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Cabo Verde Undp

Elaborado anualmente pela Economist Intelligence Unit, ligada à revista britânica The Economist, este índice mede o nível democrático de regimes políticos em 167 países. 

Depois de no ano passado Cabo Verde ter caído três posições neste índice, passando de 23.ª para 26.ª posição, este ano, a queda é de quatro posições, para o 30º lugar, tendo sido ultrapassado por Portugal (que sobe de 27.º para 22.º) como melhor país lusófono. Na pontuação, registou um decréscimo, descendo de 7.88 em 2018 para 7.78 em 2019.

Entre os PALOP, o país mantém o título de melhor classificado, mas o destaque é dado à Guiné-Bissau que é apresentada como um dos países que registou “melhorias notáveis” no seu nível democrático. Em 2019, o país subiu da 157.ª posição em 2018 para a 148.ª, dos 167 países avaliados.

Neste ranking, que não inclui São Tomé e Príncipe, também Angola subiu, alcançando a 119.ª posição. Logo a seguir, Moçambique ocupa a 120.ª posição, embora descendo na pontuação. Timor-Leste, por seu turno, ocupa a 41.ª posição, que mantém os pontos: 7.19.

Já o Brasil ocupa agora a 52.ª classificação, subindo a sua pontuação de 6.97 em 2018 para 6.86 no ano passado. A Guiné Equatorial, na 161.ª posição, manteve os 1.92 pontos da avaliação anterior. A região da África Subsaariana viu a sua classificação descer de 4.36 em 2018 para 4.26 em 2019. No relatório, lê-se que a região conta com um elevado número de regimes autoritários, cerca de metade dos 44 países avaliados neste índice.

Em 2019, prossegue a avaliação, a região registou uma significativa regressão democrática, com 23 países a assistirem a uma descida das suas posições. Nesta região, as avaliações foram as piores desde 2010, após a crise económica e financeira global, quando todas as democracias do mundo registaram uma regressão democrática neste índice.

Intitulado “Um ano de contratempos democráticos e protestos populares”, o relatório mantém a Noruega a liderar o ranking, país que continua a reunir 9.87 dos 10 pontos possíveis. A Coreia do Norte ocupa o último lugar, com 1.08 pontos.

O índice é baseado em cinco categorias: processo eleitoral e pluralismo, liberdades civis, o funcionamento do Governo, a participação política e a cultura política.

Com Lusa



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