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comercio

Do peixe fresco das Seychelles ao petróleo de Angola, 90% de todos os bens trocados em África vão passar a circular sem serem sujeitos a taxas aduaneiras.

Os líderes africanos lançaram oficialmente uma zona de comércio livre no continente.

 
Uma aliança comercial que poderá contribuir para a industrialização dos países africanos e a redução da dependência de outras potências económicas, como a China ou a União Europeia. Um primeiro passo naquilo que poderá ser a criação de um mercado único .
 
O bloco europeu é o maior parceiro comercial de África, representando 36 % do comércio de mercadorias africano, que em 2017, ultrapassou os 243 mil milhões de euros. Valores que posicionam a União Europeia como o mercado mais aberto às exportações africanas a nível mundial. De acordo com a União Africana, a nova zona de livre comércio será a maior do mundo e irá permitir um aumento de 60% de trocas comerciais na região, até 2022.

 

Entre os países lusófonos, o acordo foi apenas ratificado por São Tomé e Príncipe. O ministro dos Negócios Estrangeiros de Cabo Verde anunciou na sexta-feira que o país está num “processo normal de ratificação”, garantindo que o acordo “já foi aprovado em Conselho de Ministros”, faltando o aval do parlamento e do Presidente da República.

Com Euronews

 



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