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Pelo menos 69 pessoas ficaram feridas nos protestos registados esta terça-feira, 30 de abril, em Caracas depois da ação de força desencadeada pelo autoproclamado Presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, reconhecido como tal por 50 países, anunciaram fontes médico-sanitárias.

O autoproclamado Presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, desencadeou de madrugada um ato de força contra o regime do Presidente Nicolás Maduro em que envolveu militares e para o qual apelou à adesão popular.

O regime ripostou considerando que estava em curso uma tentativa de golpe de Estado. Não houve, durante o dia, progressos na situação, que continua dominada pelo regime.

Apesar de Guaidó ter afirmado ao longo do dia que tinha os militares do seu lado, nenhuma unidade militar aderiu à iniciativa nem se confirmou qualquer deserção de altas patentes militares fiéis a Nicolás Maduro.

Entretanto, o opositor venezuelano Leopoldo López e a sua família estão na Embaixada do Chile em Caracas, onde, segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros chileno, entraram como “convidados”.

Leopoldo López, que cumpria uma pena de cerca de 14 anos em regime de prisão domiciliária, foi hoje libertado e surgiu junto do autoproclamado Presidente da Venezuela, Juan Guaidó

Alguns utilizadores indicaram, ao longo do dia, que perderam o acesso a redes sociais (como o Twitter, o YouTube ou o Facebook), enquanto as comunicações telefónicas estiveram muitas vezes interrompidas.

Com Lusa



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