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Jose Goncalves Ministro Economia

O ministro dos Transportes e da Economia Marítima defendeu hoje que para ilha do Maio pretende-se criar um segmento de turismo “diferente e planeado”, afim de não se cometer os mesmos erros que ocorreram nas ilhas do Sal e da Boa Vista.

Segundo José Gonçalves, que falaava no acto de abertura oficial do encontro, o Governo, a Câmara Municipal do Maio e outros parceiros estratégicos fundamentais para o desenvolvimento “estão determinados” em criar bases e pressupostos objectivos, “seguros e sustentáveis”, para que se possa “construir e consolidar” um turismo de “alto poder aquisitivo” e que procure mostrar outras singularidades turísticas desta ilha, para além dos “activos, sol, praia e mar”.

O também titular das pastas dos Transportes e da Economia Marítima frisou que para ilha do Maio pretende-se criar um segmento de turismo “diferente e planeado”, afim de não se cometer os mesmos erros que ocorreram nas ilhas do Sala e da Boa Vista.

Para tal admitiu que é preciso a elaboração de um master plan do turismo para a ilha e tomar algumas decisões, das quais mencionou a reabilitação  do actual porto.

Neste particular, o ministro informou que o Governo aguarda pela  decisão  final do concelho de administração da entidade financiadora, neste caso o Banco Africano de Desenvolvimento, que estará reunido no próximo mês de Junho, durante a qual vão decidir o financiamento solicitado pelo Governo central para este projecto “muito aguardado” pelos maienses.

“Queremos também durante este encontro discutir que tipo de aeroporto para ilha do Maio, porque se se fizer um aeroporto  com as dimensões da ilha da Boa Vista é preciso saber qual vai ser o impacto,  desde saneamento, água e energia, portanto tudo isto deve ser questões importantes a serem analisados” frisou o governante.

Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal do Maio, Miguel Rosa, considerou ser necessário preparar e formar a população, porque, conforme admitiu, “é preciso que os maienses estejam conscientes dos investimento” que possam vir para a ilha, mas, acima de tudo, que tenham a consciência de que é preciso preservar a questão ambiental e cultural, entre outros.

Miguel Rosa admitiu ainda que “é urgente” a reabilitação do actual porto, para que a ilha possa vir a receber navios no sistema roll on-roll off e uma ligação aérea “mais eficaz e frequente” para se puder atingir o “tão almejado” desenvolvimento turístico.

“A nossa ambição é que daqui a três anos, possamos a ter um desenvolvimento de referência e que possamos a ser uma referência no conjunto das ilhas, não no sentido competitivo, mas sim para contribuirmos no desenvolvimento do país, porque temos condições para isso”, conclui.

Com Inforpress



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Comentários  

0 # Javier 13-04-2019 15:49
Eu queria sugerir, uma pista de 2,5 quilômetros para aterrissar aviões Boing e Airbus de 300 passageiros no Maio.
A porta de entrada para o turismo são os aeroportos. Sem aeroportos, não há turismo. O turismo será a locomotiva da economia cabo-verdiana. Turismo, vai puxar todos os outros setores: construção, transporte, alimentação, comércio e serviços. Acho que a rentabilidade do aeroporto, impede você de ver além, a rentabilidade que os aeroportos internacionais têm para a economia de todo o país e o povo de Cabo Verde.
Saudações
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0 # JoJoSet25@ 31-05-2018 09:44
Este gajo é um BESUGUE. Só fachada. Não é ele que decide no seu ministério.
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