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Por: Armindo Tavares

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CCXIII CENA

Benvindo caminha lentamente, com a cabeça baixa, barafustando sobre o que acaba de suceder.

BENVINDO [V. O.] – “Mas que motivo tão imperioso haveria que pudesse impossibilitar o meu casamento com Rosalina, se por acaso nos amássemos?! Ela é virtuosa, prendada, possui todas as qualidades para ser boa esposa e boa mãe.” (Pára e olha para o céu) “Há efetivamente aqui um grande mistério. E qual é ele?” (Volta a andar novamente) “Ignoro-o… mas o Padre Gil é incapaz de mentir, e se não houvesse uma barreira entre mim e Rosalina, se não existisse uma completa impossibilidade, ele decerto não se oporia nunca a uma união que me poderia tornar verdadeiramente feliz”. (Olha para o céu de novo) “Que tenho, pois, a fazer?…” (Caminha normalmente) “Não sei. A Providência que vele pela sua felicidade, que a proteja, enquanto eu me deixarei morrer com o desespero no coração. Mas, meu Deus, terei eu forças para assim a banir do meu pensamento, para apagar da minha alma a sua imagem querida? … Ah! Não, não, é horrível, não poderei tanto”.

Nha Domingas, Nha Segunda, Natércia, Nha Quinta E Nha Sábado estão sentadas à sombra de uma árvore na esquina de uma casa a debulhar espigas do milho. Benvindo está tão absorto em si próprio que nem as repara.

NHA DOMINGAS – Coitado! Quem te viu e quem te vê! A bizarria dos moços cá da terra tornou-se naquilo que acolá vai. Quem o havia de dizer?! …

NHA SEGUNDA – É verdade, Nha Domingas; aquilo foi coisa que fizeram ao pobre do mocinho; ele nunca assim foi.

NHA QUINTA – Olha, Nha Segunda, a mim é que ninguém me tira da cachola que aquilo foi feitiço que lhe fizeram. Deve haver por aí alguma alma danada, a quem o rapaz não quis dar trela …

NATÉRCIA – Vocês ainda acreditam nas bruxas ou feitiços? Eu por mim é que não. Deus Nosso Senhor não dá esses poderes a ninguém. O rapaz não anda enfeitiçado não; o que aquilo é sei-o eu…

NHA SÁBADO – Oh Natércia, tu não acreditas que há gente a quem o demo dá poder para fazer mal? É a primeira que ouço! Lembras-te do caso do José Pezinho de Boca da Lagoa?

NATÉRCIA – Lembro-me.

NHA SÁBADO – Viste como ele era um moço fero e alentado, e como morreu sequinho como umas tristes palhas? …

NATÉRCIA – E o que é que isso quer dizer?

NHA SÁBADO – E sabes verdadeiramente do que ele morreu?

NATÉRCIA – Ora do que havia de ser? Da doença que Deus lhe deu!…

NHA QUINTA – Pois, estás muito enganadinha. José Pezinho morreu mas foi de uma grande feitiçaria que lhe fizeram. E sabes porque digo isto? É porque, depois da sua morte, fomos encontrar sobre o telhado da sua casa um boneco de pano, todo cheio de alfinetes, e com um maior, salvo seja, espetado no coração; e o pobre mocinho do mais que se queixava era de pontadas por todo o corpo, principalmente no coração.

NHA SÁBADO – Lá isso é verdade. José Pezinho não se queixava doutra coisa senão de pontadas pelo corpo. E ainda há outro caso: a Funha do Tomé, se não fosse o darem-lhe no quintal com aquela panela velha cheia de sapos com os olhos cosidos, onde estaria ela a estas horas?

NHA SEGUNDA – E o Manuel, meu marido? Aquela maçã que lhe deram num serão? Haviam de ver como ela estava, passados três dias! Ah! Mas eu também fui finória… ele trouxe aquilo uma noite, de volta de um serão, e o demo da maçã estava mesmo a apetecer ferrarem-se-lhe os dentes: era vermelhinha e sã que metia cobiça. Eu, porém, desconfiei do negócio e disse ao meu Manuel que não a comesse e que ma desse. Meti-a em uma gaveta e, passados três dias, vou vê-la e encontro-a negra e com uma guedelha que metia medo. Disse eu depois para o meu homem: «Olha do que tu te livraste! Nunca mais tornes a comer coisa alguma de mão de mulheres!»

NHA QUINTA – Disso há muitos exemplos, Nha Segunda.

NHA SÁBADO – Lembrem-se quando Totinha de Nha Fina Morreu?…

NHA QUINTA – Eu lembro-me.

NATÉRCIA – E o que é que querem dizer com isto? Ela morreu porque bebeu chá de “Racha Pedra” para botar barriga e apanhou hemorragia.

NHA SÁBADO – Por acaso não é disto que estou a falar.

NATÉRCIA – Então estás a falar de quê? O que aconteceu com a Totinha todos nós sabemos o que é. Fisgou os cornos ao marido, engravidou-se e foi beber chá de Racha Pedra para abortar-se e provocou-lhe hemorragia!

NHA QUINTA – Coitada! Deixou três filhos pequenos.

NHA DOMINGAS – Foi triste a morte dela.

NHA SÁBADO – Um dia, Domingos o filho dela, foi rusgar o baile de clarinete que Chala estava a tocar na casa da Mimosa do Naturino Vieira, os milicianos puseram-lhe na rua pior do que um cão e deram-lhe bué porrada.

NHA SEGUNDA – Esses milicianos!… fizeram coisas!

NATÉRCIA – Nha Segunda, se ele entrou no baile em que ele não foi convidado, não comprou o bilhete, acha que lhe não deviam botar na rua?

NHA SÁBADO – Coitado do rapazinho órfão chorava que metia dó a qualquer parida. De repente, pedras caiam por todo onde era sítio e ninguém sabia de onde vinham e quem as mandava.

NHA QUINTA – Bem-feita. Só podia ser o espírito da mãe dele… da Totinha.

NHA SEGUNDA – O que me admira é a Natércia não acreditar nestas coisas: pois, por mais que digam, a mim ninguém me tira da cabeça de que o Benvindo, que há pouco por aí passou, anda embruxado; foi coisa que lhe deram na comida ou na bebida…

NATÉRCIA – Nada, nada, está enganada; o que é, bem o sei eu. Querem saber porque o rapaz anda naquele estado? Foi ar mau que lhe empeceu.

NHA DOMINGAS – Ou alma penada que se recolheu nele. Já noutro dia quis levá-lo a casa de Nha Maria Moreira benzedeira para o defumar e ter-lhe os exorcismos, mas, quando em tal lhe falei, pensei que me ia excomungar.

NHA SÁBADO – Todos os endemoninhados são assim: quando se lhes fala em tirar o demo do corpo, dão por paus e por pedras.

NHA DOMINGAS – Foi isto o que mais depressa me fez crer o ter ele espírito mau.

NATÉRCIA – Não acreditem em bruxedos nem feitiçarias, porque nunca existiram. Quem morre, morre, e não volta mais; enquanto aos espíritos, isso são balelas de cachopos.

NHA SEGUNDA – Tu acreditas em ares maus e não acreditas em almas do outro mundo, Natércia?!

NHA QUINTA – Natércia está a armar-se em parva. Pois, o que é que a Rosa de Djonsa Fus tinha? E Djéna de Quina, a mãe da Ivone, da Isabel e do Completo?

NHA SÁBADO – Disto eu sou testemunha. Sete espíritos, ora estavam encarnados, ora na Djéna, outrora na Rosa de Djonsa Fus.

NHA SEGUNDA – Eu também vi. Arlindo de Nha Dondinha penteava o seu cabelo e dizia que foi o seu avô que o matou, porque lhe roubara dinheiro…

NHA SÁBADO – Muná de Kéta fazia como se ia parir… impava e mijava toda. Ela tinha morrido de parto.

NHA SEGUNDA – Eu também ouvi o espírito dela a falar. Disse que pediu a um bruxo que matasse sua comborça, ao dar o nome, confundiu e deu primeiro o dela.

NHA QUINTA – E a Batxitxa de Achada Igreja… não foi sua irmã que a matou por causa da herança?!

NHA DOMINGAS – Juvenal meu filho contou-me que um dia ele estava na casa da Djena a assistir as paranóias dos finados, que alguém bateu à porta e pediu para entrar e mandar os espíritos embora…

NHA QUINTA – É verdade. Era o espírito do Martinho de Ponta Achada que estava cambado na Djéna. Eu assisti. Do fundo da casa, Djéna correu e foi sentar-se atrás da porta e disse para não abrir. Para não abrir porque era o Tino de Nha Boa, quem o tinha matado. Que queria ir pôr-lhe remédio para que não falasse.

NHA DOMINGAS – Foi assim mesmo que o Juvenal me disse. Que por causa da disputa na marcação de um terreno do regadio, lá na Carreira, atrás da Escola de Mouro Branco, o Tino apanhou-lhe uns fios do cabelo e foi enterrar debaixo de um pote. E disse que passou 40 dias com dor de cabeça antes de morrer.

NATÉRCIA – E era Tino de Nha Boa que tinha batido à porta?

NHA QUINTA – Era. Quando ele foi-se embora, perguntamos às pessoas que estavam na rua e disseram-nos que era ele.

NHA SÁBADO – Esses finados tinham sido presos e amarrados na kranka do mar pelo mestre Mendinho. Tinham sido presos numa caixa de fósforos e amarrados na rocha de Ponta Pedra Nhanhana, na Areia Grande. Passaram mais de três meses sem chatear nem a Djena, nem a Rosa. Até que um dia, o Zé Benvindo da Hermínia encontrou uma caixa de fósforo na Areia Grande, abriu-a e sete penas de galinha voaram de dentro da caixa. Dizendo/fazendo, os finados já estavam novamente na Djéna em Achada Fátima e na Rosa em Cutelinho.

NHA SEGUNDA – Eu ouvi isso, mas pensei que fosse brincadeira!

NHA QUINTA – Brincadeira?!… E os finados disseram que Zé Benvindo é um bom menino e que lhe haviam de pagar.

NHA SÁBADO – Ora, em vista destes exemplos, Natércia tem coragem de dizer que o demo não existe?!

NATÉRCIA – Tudo pode ser. Mas eu cá tenho as minhas dúvidas.

NHA DOMINGAS – Noutro dia, quando Benvindo recusou ir comigo à casa de Nha Maria Moreira, estive a falar com um dos moços do Padre Gil e ele disse-me que o Benvindo saía todas as noites, sem ninguém saber, por volta das onze e meia e que não voltava senão quase de madrugada. Uma noite, disse-me ele, quis vir ver para onde ele ia, seguiu-o por algum tempo, mas, de repente, em uma encruzilhada desapareceu e nunca mais lhe pôs a vista em cima; quando depois voltava para casa, diz que vira passar a correr por ao pé dele uma coisa negra muito grande, que lhe parecera um burro novo.

NHA SEGUNDA – Ora quem sabe se não era Benvindo que andara a correr fado e sair todas as noites para se transformar em lobisomem?

NATÉRCIA – Pensem como e o que quiserem, mas nada do que têm para aí levantado é verdade. Se Benvindo tem alguma dessas coisas, eu também serei freira.

NHA SÁBADO – Quem, tu?!

NATÉRCIA – Porque não?! Não posso ser Irmã de Caridade?

NHA SÁBADO – Talvez Irmã de Cabrindade!… De jeito que és fofoqueira!

Riem-se todas.

NATÉRCIA – E querem agora saber do que padece o Benvindo, o que o rala e mortifica a cada instante?

NHA QUINTA – Diz.

NATÉRCIA – É uma grande paixão que ele traz cosida em si.

NHA SEGUNDA – Paixão?… Por quem, e porquê?

NATÉRCIA – Ora por quem e porque há-de ser? … Por causa da Rosalina, que o enjeitou pelo filho do Sr. Morgado.

NHA SÁBADO – Oh Natércia, pois isso é verdade?

NATÉRCIA – Tão verdade como estar agora a falar com vocês.

NHA QUINTA – Mas o rapaz, o que mostra nisso é ser um grande toleirão. Pois não haverá mais mulheres por esse mundo?

NATÉRCIA – É verdade, é. Mas que querem? São tolices a que a mocidade anda sujeita: o rapaz gostava dela já de há muito e julgava-a bem segura; vai senão quando aparece um figurão bem-parecido, e, num momento, zás! Rouba-lha sem mais satisfações.

NHA SÁBADO – Mas, oh Natércia, o filho do Sr. Morgado já a não deixou?

NATÉRCIA – Há mais de oito dias, creio eu.

NHA SÁBADO – Então o rapaz podia agora tornar a pegar o namoro, uma vez que lhe tem tanta afeição …

NHA SEGUNDA – Vontade teria ele, me parece, mas ela é que, creio não estar pelos autos.

NHA DOMINGAS – Olha o demo da lambisgóia! Já viram? Aquilo também só para fidalgos é que serve; os moços da lavoura já lhe não fazem conta.

NHA SÁBADO – Está bem aviada! Olhem o filho do Sr. Morgado a trela que lhe deu! … O que ele queria era divertir-se e mais nada; e o mais bonito da coisa é que a rapariga estava já tão convencida que o estudante casava com ela, que já nem cavaco dava às amigas.

NHA QUINTA – Coitada! Andava tão inchada que nem quem trouxesse um Morgadinho na barriga! Mas também foi bem feito! Agora que torne a falar para ricaços, se não lhe aproveitou a lição.

NHA DOMINGAS – Para filho meu é que a não queria nem pintada! Aquilo só serve para comer e estar de poleiro; não é mulher para ajudar o homem.

NHA SEGUNDA – Oh Nha Domingas, gostava ainda de a ver casada com um homem que a fizesse andar no campo com uma enxada, como nós andamos; queria ver aquelas mãozinhas dela calejadas e crestadas, com cutículas como trazemos as nossas.

NATÉRCIA – Ah! Livre-a Deus de semelhante coisa: o enguiço da rapariga dava à costa dentro em pouco; era até capaz de se enforcar no galho duma árvore, se a tal a obrigassem.

NHA DOMINGAS (olha para trás) – A gente a falar no diabo e ele à porta; diz o ditado: ela aí vem!

ROSALINA (chega, todas riem-se pra ela e mudam do assunto) – Boas tardes, Nha Domingas e companhia.

AS MULHERES – Venha na graça do Senhor.

NATÉRCIA – A estas horas por aqui, é milagre.

ROSALINA – Vou a casa do regedor levar à filha esta jaleca e esta saia que lhe fiz.

NHA DOMINGAS – Ah, sim! Então é para estrear já no dia 25 na festa de Nhu Santiago.

ROSALINA – Creio que sim.

NHA SEGUNDA – Aquela também, por mais que se asseie, não é capaz de fazer-se bonita como o quer ser. Se não fossem os bens que o pai lhe há-de deixar, parece-me que toda a vida ficaria solteira.

NHA DOMINGAS – Se ela fosse cá como a Rosalina, isso sim…

ROSALINA (ri-se) – Ora o disparate! Nem que eu não fosse uma mulher como as outras.

NHA DOMINGAS – Bem sabemos isso; mas é que tu ao menos podes gabar-te de não teres quem te deite água às mãos em boniteza; quanto a ela, Nosso Senhor me perdoe…

ROSALINA – Ora deixem-se disso! Querem agora divertir-se à minha custa?

NATÉRCIA – Estás uma brejeira… É verdade: e o filho do Sr. Morgado?

ROSALINA – Sei lá do filho do Sr. Morgado!

NATÉRCIA – Então sempre foi verdade que vocês largaram o namoro?

ROSALINA – Namoro!… Foi coisa que nunca existiu entre nós.

NATÉRCIA – Mas vocês andavam já tão agarradinhos… que não lhes digo nada.

ROSALINA – Era o que julgavam, mas enganaram-se; aquilo era só para passar o tempo.

NHA QUINTA – Pois olha; até já se falava em casamento.

ROSALINA – Pois eu é que nunca em tal pensei. Se fosse rica como ele, então poderia ser…

NATÉRCIA – Não é tanto assim! É verdade que tu não és rica, mas também não és para enjeitar: se ele casasse contigo, poderia também gabar-se de levar a flor da aldeia, e, além disso, uma rapariga prendada e boa dona de casa.

ROSALINA – E a teimarem! Caçoem, caçoem à vontade.

NHA QUINTA – Não é caçoar; é dizer a verdade. Mas então, sempre acabaram de vez?

ROSALINA – Vai por oito dias que não falamos, e nem temos tenções disso.

NHA SEGUNDA – Sim! E porque se assanharam?

ROSALINA – Por nada. Ele entendeu que merecia coisa melhor, e eu reconheci que não merecia coisa tão boa.

NHA DOMINGAS – Se o meu rapazinho não fosse medricas!… Sabes tu? Eu, se fosse a ti, começava outra vez a namorar com o Benvindo do Sr. Padre Gil; o rapaz, coitado! Depois que o deixaste, anda aí que mete pena.

ROSALINA – Que lhe hei-de fazer? A culpa não é minha; não faltam por aí raparigas que o mereçam.

NHA QUINTA – Mas vocês, ao que parece, já havia muito que se namoravam…

ROSALINA – Namorar, não; eu própria lhe disse e direi sempre que fui e sou ainda amiga dele, mas nada mais.

NATÉRCIA – Tu também és muito embirrenta! Olha que o Benvindo é bom rapaz, e por morte do padre …

ROSALINA – Sei que é bom rapaz, não o nego; mas, a gente, a casar-se, deve ser com um homem a quem tenha amor. Sempre assim pensei.

NHA QUINTA – Lá isso é verdade: isto de casar não é negócio de brincadeira; basta dizer que é a gente amarrar-se por toda a vida, e portanto dou-te razão.

ROSALINA – Bem, já falámos bastante, conversa está agradável, mas agora deixem-me ir à casa do Sr. Regedor porque a sua filha deve estar com vontade em experimentar a sua roupa.

MULHERES – Deus te siga, Rosalina!

NHA DOMINGAS – Não perca esperança, minha filha. Mesmo que criatura não te deseje… importante é que Deus te queira.

Rosalina ri-se e sai. As mulheres fazem caretas.



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